A campanha de Lula afirmou aceitar as condições apresentadas por Flávio Bolsonaro para discutir a abertura de sigilos bancário, fiscal e telefônico. O senador propôs incluir informações sobre familiares, empresas, assessores e negócios relacionados ao Instituto Lula. Também solicitou dados sobre encontros com o banqueiro Daniel Vorcaro.

Lula havia se disposto a abrir seus sigilos e os de familiares referentes aos últimos oito anos, desde que houvesse reciprocidade. Flávio considerou a proposta insuficiente e levou a discussão ao Tribunal Superior Eleitoral. A campanha petista informou que responderia formalmente ao tribunal. O confronto transformou a transparência dos candidatos em mais um tema da disputa eleitoral. A manifestação, porém, não significa que os sigilos tenham sido efetivamente quebrados.